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    Aos 70 anos, dentista viaja até o Himalaia para ver os 7 picos mais altos do mundo: 'A melhor das experiências'

    7 hours ago

    Dentista do interior de SP viaja até o Himalaia para ver os 7 picos mais altos do mundo Um sonho planejado por duas décadas foi realizado neste ano por um dentista do interior de São Paulo, que viajou até a Ásia para ver sete dos 14 picos mais altos do mundo. Ao g1, Ubiratan Sevilha, de Presidente Prudente (SP), descreve a sensação desse momento. A viagem ocorreu entre 6 e 26 de maio, quando Ubiratan foi ao Nepal e à China. "Era um sonho desde 2006, com planejamento e preparo físico para fazer a trilha até o campo base do Everest, face sul, dar a volta e fazer a face norte." 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp Foram 18 horas de avião e oito dias de trilha durante a viagem de Ubiratan no Himalaia, cordilheira localizada em cinco países e que contém as montanhas mais altas do mundo. Entre elas, o famoso Monte Everest. O dentista do interior de SP começou a trilha em 7 de maio, na capital do Nepal, Kathmandu, de onde ele voou para Lukla, cidade conhecida por ter o aeroporto mais perigoso do planeta, segundo Ubiratan. Depois do voo, o turista fez uma caminhada leve até o vilarejo Phakding, que possui altitude aproximada de 2.610 metros acima do nível do mar. O trecho é considerado o lado sul do Everest, no qual Ubiratan passou nove dias, entre trilhas e repousos. Dentista do interior de SP relata aventura no Monte Everest Ubiratan Sevilha/Arquivo pessoal LEIA TAMBÉM: Lavoura, ruas, escolas e comércio: herança japonesa ainda marca o dia a dia de Presidente Prudente Venezuelana que vive no interior de SP relata dificuldades enfrentadas por familiares após terremotos: 'Muita gente desaparecida' Idoso de 79 anos conclui direito e sonha em ser professor após mais de meio século na música no interior de SP Dentre os pontos turísticos radicais visitados, o dentista de Prudente conheceu o famoso Mosteiro de Tengboche, paisagem glacial e memorial de montanhistas, com altitudes que variam de 3.440 metros a 4.910 metros acima do nível do mar. "Dia 8 foi o trecho mais cansativo, com a chegada ao Everest Base Camp e altitude de 5.364 metros. No nono dia, tive a melhor vista do Everest, com cerca de 5.545 metros de altitude", relembra Ubiratan. Nos dias seguintes, o turista teve o retorno gradual ao ponto de partida, passando por três vilarejos até o voo na cidade de Lukla para Katmandu, capital do Nepal. Após conhecer o lado sul, Ubiratan viajou ao Tibete para continuar a expedição. "No Nepal, o campo base é alcançado principalmente por trekking [caminhadas longas] de vários dias. No Tibete, boa parte do trajeto fiz por estrada de ônibus; as caminhadas foram curtas", descreve. Dentista do interior de SP relata aventura no Monte Everest Ubiratan Sevilha/Arquivo pessoal Vista do Everest pelo lado norte Segundo o turista, a vista do Everest no lado norte é mais aberta e ampla. "A altitude continuava extrema: a região do campo base fica acima de 5 mil metros. Isso é uma experiência rara: ver os dois lados da montanha." "A paisagem incrível do Himalaia, que é uma planície de 4 mil a 5 mil metros, com fundos das montanhas mais altas do planeta. Essa paisagem é impactante, lindíssima. Essa [viagem] do Everest foi a melhor das experiências das dezenas que fiz", afirma. Isso porque Ubiratan é um aventureiro de longa data, ao acumular diversos destinos no passaporte, quase sempre envolvendo caminhadas, corridas ou escaladas em montanhas ou vulcões. O preparo para que a viagem mais recente de Ubiratan acontecesse durou seis meses, com acompanhamento de multiprofissionais, como fisioterapeuta, nutricionista, médico e personal trainer. Ubiratan realizou o sonho cultivado por 20 anos ao conhecer o Monte Everest Ubiratan Sevilha/Arquivo pessoal Das viagens mais desafiadoras, geralmente feitas sozinho ou com guias, o morador de Prudente relembra o pedal que fez de Londres a Paris em quatro dias, além da ultramaratona na Patagônia Chilena, em 2017. Outros exemplos vividos por Ubiratan são as maratonas em Jerusalém, Amsterdã, Rio de Janeiro, assim como o montanhismo a 6 mil metros na Huayna Potosi, um dos picos da Cordilheira dos Andes, na Bolívia. "A lista é grande, e guardo fotos. Gosto de esportes de aventura: correr, pedalar e escalar. E ainda faltam muitas [viagens], como a trilha Salkantay, no Peru, Ushuaia [na Patagônia Argentina] e etc.", completa. Ubiratan Sevilha fez uma expedição de 20 dias pelo Nepal e China Ubiratan Sevilha/Arquivo pessoal Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
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