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    Anvisa proíbe mais de 150 géis íntimos e extratos eróticos sem registro no país

    3 months ago

    produtos segred/secret love Reprodução A Anvisa determinou a apreensão e a proibição de comercialização, fabricação, importação, distribuição, propaganda e uso de mais de 150 produtos comercializados como géis para massagem corporal, lubrificantes íntimos e extratos energéticos da empresa Marcos Marciano Wagner EPP. Diversos itens eram vendidos sob a marca “Segred/Secret Love”. A medida foi publicada nesta quarta-feira (25) no Diário Oficial da União e vale para todos os produtos fabricados pela empresa. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Por que os produtos foram proibidos Segundo a agência, os produtos não poderiam ter sido notificados como cosméticos, já que parte deles é de uso interno. Por isso, os registros foram cancelados. A agência afirma que os itens não estavam regularizados e descumpriam exigências previstas em resoluções sanitárias mais recentes. Na prática, isso significa que os produtos não passaram por avaliação sanitária adequada quanto à segurança, qualidade e finalidade declarada. O que está na lista Todos os produtos vendidos pela empresa foram proibidos. Entre os itens, estão géis para massagem com apelo sexual e estimulante, produtos aromatizantes corporais e extratos energéticos comercializados sob diferentes nomes comerciais, incluindo linhas como: “Secret Love” “Black Ice” “Kama Sutra” “Jumentão” “Uzempica” “Hot Ice” “Turbo Gel” A determinação vale para todos os lotes dos produtos listados no ato. Riscos ao consumidor A Anvisa alerta que produtos íntimos e estimulantes vendidos sem registro podem apresentar: composição desconhecida ou não declarada; presença de substâncias irritantes ou medicamentosas não autorizadas; risco de reações alérgicas, queimaduras químicas ou infecções; falta de controle de qualidade na fabricação. A agência reforça que apenas produtos devidamente regularizados podem ser comercializados no país. Consumidores que já tenham adquirido os itens devem suspender o uso e procurar orientação médica em caso de reações adversas. Denúncias podem ser feitas às vigilâncias sanitárias locais.
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