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    Antes de vetar PL da Dosimetria, Lula diz que STF não se submeteu aos 'caprichos de ninguém'

    4 days ago

    Veja os vídeos que estão em alta no g1 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu, nesta quinta-feira (8), a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) na condução dos processos sobre os atos golpistas. Segundo Lula, a Corte "não se submeteu aos caprichos de ninguém". "Esse ato de hoje é uma exaltação a esse momento que estamos vivendo, de manutenção do Estado Democrático de Direito. Ao acompanhar o comportamento da Suprema Corte, que foi um comportamento magistral, e que não se submeteu aos caprichos de ninguém", disse Lula. Segundo ele, foi a atuação dos ministros da Corte que pôde permitir o livre direito da democracia e um nível de previsibilidade do país. A fala ocorreu durante uma cerimônia em referência ao marco de 3 anos desde os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas. "A democracia não é conquista inabalável, é uma obra em construção. Por isso, a democracia precisa ser zelada com carinho e defendida por unhas e dentes. A democracia é mais do que uma palavra bonita, é mais do que dever e direito de votar, a democracia é participação efetiva da sociedade, direito de dizer não. "A verdadeira democracia exige a construção de um pais justo e menos individual, com mais direitos e menos privilégios, onde a saúde e educação sejam direito de todos e não de quem pode pagar, onde a riqueza seja distribuída ao invés de concentrada", prosseguiu. Após o discurso, o presidente Lula assinou o veto integral ao projeto aprovado no Congresso que prevê uma redução de penas para condenados pro atos golpistas. O texto ficou conhecido como PL da Dosimetria. Janja, Lula e Geraldo Alckmin no evento de defesa da democracia nos 3 anos dos atos golpistas de 8 de janeiro Jorge Silva/Reuters Cerimônia anual Realizada anualmente pelo governo Lula, a cerimônia no Palácio do Planalto tem o objetivo de reforçar os valores democráticos após o episódio que ficou marcado na história do Brasil e resultou na prisão de 1,4 mil pessoas. 8 de Janeiro: 179 envolvidos em ações estão presos atualmente, diz balanço do STF O ato começou com discurso do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski. Durante o pronunciamento, ele defendeu que crimes dessa natureza devem ser devidamente punidos. "É necessário ressaltar que os crimes cometidos contra o Estado Democrático de Direito, como muitos daqueles praticados naquela época recente, o 8 de janeiro — conforme consta da Constituição e de decisão do STF— são imprescritíveis, impassíveis de indulto, graça ou anistia, sobretudo quando envolvem grupos civis e militares armados", defendeu. Também participam do evento os comandantes das Forças Armadas e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. O evento, no Salão Nobre do Palácio do Planalto, prevê ainda uma atividade na área externa do prédio, e conta com a presença de parlamentares do Congresso Nacional e de representantes da sociedade civil. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, não participa do evento. Mas, haverá uma programação específica sobre a data na Corte. Movimentos sociais também farão ato na Esplanada.
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