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    Aluguéis subiram acima da inflação em quase todo o país; entenda os fatores

    7 hours ago

    Comprar ou alugar? Os aluguéis subiram acima da inflação em quase todo Brasil em 2025. A Gabriela divide apartamento com outros três amigos na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro. O lar é compartilhado nas tarefas, compras, cuidados com o gato e principalmente, no aluguel. "Foi uma decisão basicamente financeira. Para estar em um lugar com uma boa localização, com serviços próximos que atendesse as minhas necessidades, foi com certeza a melhor decisão", conta Gabriela Lauria, gerente predial. Com o preço do aluguel nas alturas, morar sozinha não foi possível... O diretor da imobiliária diz que mudanças de planos são comuns quando o locatário se depara com o valor do imóvel. "Com certeza as pessoas tem se assustado com os valores e acabam inclusive buscando outros bairros, que não eram aqueles que elas moravam antes", afirma Victor Tulli, diretor de imobiliária. De acordo com o índice Fipezap, calculado pela Fipe a partir de anúncios na internet, entre 2015 e 2017, os novos contratos de aluguéis registraram deflação no Brasil. De 2018 a 2021, os preços passaram a ser reajustados de forma modesta. Mas a partir de 2022, o custo do aluguel começou ficar muito mais alto. E em 2025 fechou com uma valorização média de 9,44%. Mais do que o dobro do IPCA, o índice oficial de inflação, e bem acima dos reajustes dos imóveis à venda. O aumento foi generalizado em 21 das 22 capitais pesquisadas. Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, foi a única onde os aluguéis ficaram mais baratos. Existe um fator econômico para explicar essa alta: com os juros mais altos, muitas famílias adiaram a compra da casa própria pressionando os preços. Mas, segundo especialistas, há também uma mudança no comportamento do brasileiro em relação à moradia. "A gente também vê uma tendencia das novas gerações de quererem ter uma mobilidade maior, para trabalhar em diferentes locais, poder viajar. Isso acaba também impactando essa decisão entre aluguel e compra de imóveis", diz De Oliveira, pesquisador da Fipe. Comprar um apartamento ainda não está nos planos da Gabriela. Morar mais perto da praia...isso sim. Daqui a alguns anos. "Não é barato, eu realmente gosto muito de ambiente de praia, mas não foi viável", diz Gabriela Lauria, gerente predial.
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