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    Alcolumbre avisa a senadores que não receberá Messias no gabinete após sabatina na CCJ do Senado

    2 weeks ago

    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), comunicou a colegas parlamentares que não pretende receber o sabatinado Jorge Messias em seu gabinete na presidência antes da votação em plenário nesta quarta-feira (29). O gesto, no intervalo entre a sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e a deliberação do Senado, era aguardado pelo Palácio do Planalto como um aval institucional importante para a consolidação do nome de Messias – indicado por Lula ao Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão de Alcolumbre foi informada, inclusive, ao senador Weverton Rocha (PDT-MA), relator da indicação de Messias no Senado. Segundo interlocutores, o presidente do Senado chegou a cogitar o encontro, mas desistiu após demonstrar forte incômodo com a divulgação de detalhes de uma conversa informal que teve com Messias na última semana, na residência do ministro Cristiano Zanin, do STF. Vídeos em alta no g1 Alcolumbre cumpre uma agenda externa durante a tarde desta quarta-feira. A previsão é que o senador retorne à Casa apenas no momento de se dirigir diretamente ao plenário para organizar e conduzir a votação. A ausência do encontro institucional é vista como um revés político para a articulação do governo, que esperava utilizar a recepção na presidência como um sinal de pacificação e apoio da cúpula do Legislativo ao indicado. Desde a aposentadoria de Luís Roberto Barroso do STF, Alcolumbre passou a defender a indicação do aliado Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para a Corte. O presidente Lula, no entanto, optou pelo advogado-geral da União e tem articulado a candidatura de Pacheco ao governo de Minas Gerais. Apesar da contrariedade em relação a Messias, a assessoria de Davi Alcolumbre afirmou, em nota, que o presidente do Senado não tem trabalhado contra a indicação do advogado-geral da União ao STF. Após a análise na CCJ do Senado, a indicação de Messias seguirá para o plenário principal do Senado, onde precisará de pelo menos 41 votos para ser aprovada. Jorge Messias e David Alcolumbre Wilton Junior/Estadão Conteúdo; Ton Molina/FotoArena/Estadão Conteúdo
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