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    8 de janeiro: três anos depois, relembre o que aconteceu com piauienses envolvidos nos atos golpistas

    1 day ago

    Lula veta projeto que reduz penas por atos golpistas Dois piauienses foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, que completam três anos nesta quinta-feira (8). Eles são: João Oliveira Antunes Neto, de 21 anos, condenado a 11 anos e seis meses de prisão em regime fechado; Edigleuma Maria da Rocha, de 48 anos, condenada à prestação de serviços, multa de 10 salários mínimos e realização de curso sobre a democracia. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Em 8 de janeiro de 2023, milhares de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiram e depredaram, de forma coordenada, as sedes dos Três Poderes — Congresso, Planalto e STF — em Brasília. Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), os ataques foram o “desfecho violento” de uma organização criminosa liderada por Bolsonaro para contestar o resultado das eleições de 2022 e planejar um golpe de Estado. PL DA DOSIMETRIA: Lula veta projeto que reduz penas de Bolsonaro e condenados por atos golpistas Quem é João Oliveira? João Oliveira Antunes Neto, de 21 anos, nasceu em Dirceu Arcoverde, no Sul do Piauí, e frequentou uma escola de barbearia especializada em atendimentos sociais em Ceilândia, no Distrito Federal. Nas redes sociais, ele se identificava como barbeiro e "cristão pregador do evangelho de Jesus Cristo". Quase todas as publicações eram de cunho profissional e religioso, sem postagens de teor político. Ele foi preso próximo à Praça dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023. O STF o condenou pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e associação criminosa armada. O barbeiro foi absolvido dos crimes de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. João começou a cumprir a pena de 11 anos e seis meses de prisão em 28 de agosto de 2024. Quem é Edigleuma Rocha? Edigleuma Maria da Rocha, de 47 anos, nasceu em Teresina. Ela compartilhava postagens a favor de Jair Bolsonaro e contra o presidente Lula (PT) nas redes sociais. Uma delas continha informação falsa sobre a credibilidade das urnas eletrônicas e a condução das eleições de 2022. De acordo com o STF, Edigleuma passou dois dias em um acampamento localizado diante do Quartel-General do Exército, em Brasília, nos dias 8 e 9 de janeiro. Em depoimento, ela contou que foi sozinha, em um ônibus comercial, para a capital do país. A piauiense foi condenada a prestar serviços à comunidade, pagar multa de 10 salários mínimos e a assistir a um curso chamado "Democracia, Estado de Direito e Golpe de Estado", de carga horária de 12 horas. Ela recebeu a pena de um ano de prisão, mas, por ser um período inferior a quatro anos, passou a cumpri-la em regime aberto. Além disso, está proibida de usar redes sociais e sair de Teresina, onde mora. Julgamentos no STF A Suprema Corte já condenou 810 acusados de participar dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. Por outro lado, fez 564 acordos de não persecução penal, que já renderam mais de R$ 3 milhões para pagar os prejuízos causados pela destruição. Esses acordos são fechados entre a PGR e os investigados, que se comprometem a reparar danos e a cumprir medidas restritivas para evitar a prisão. Em fevereiro, os ministros do STF voltam do recesso e retomam o julgamento dos processos. Ainda tramitam no tribunal 346 ações penais, em fase final, e há 98 denúncias na etapa de defesa prévia. A maioria dessas denúncias envolve os financiadores dos ataques. Com a retomada dos casos, novos processos podem surgir. Núcleos da trama golpista O STF também condenou 29 réus acusados de participar da organização criminosa que tramou o golpe de Estado em 2022, em quatro ações penais. Sete deles já cumprem as penas — entre eles, Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão. Além de Bolsonaro, estão na mesma situação os ex-ministros de seu governo Walter Braga Netto, Anderson Torres e Paulo Sérgio Nogueira e o ex-comandante da Marinha Almir Garnier. O ex-ministro Augusto Heleno está em prisão domiciliar, enquanto o ex-ajudante de ordens Mauro Cid cumpre pena de dois anos de prisão em regime aberto. Já o ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL) está foragido. Três anos depois, relembre o que aconteceu com piauienses envolvidos no 8 de janeiro Montagem/g1 VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube
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